A gente não se perde de si de uma vez. Vai se afastando aos poucos — tentando corresponder, cuidar, agradar e dar conta de tudo. Até que o corpo começa a sinalizar aquilo que talvez tenhamos deixado de escutar. Este texto é um convite para reconhecer os caminhos desse afastamento e descobrir que, talvez, o caminho de volta para si esteja mais perto do que imaginamos.