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Maria Cecília Galvão Brasil
PSICÓLOGA & PSICOTERAPEUTA SOMÁTICA
CRP 08/37354
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O QUE A RELAÇÃO COM O PAI ESINA AO CORAÇÃO DE UMA FILHA
No olhar de um pai, muitas meninas começam a descobrir o próprio valor. É desse encontro que também nasce uma parte da identidade feminina, da segurança e da forma como aprendemos a habitar o mundo. Existe um lugar muito silencioso dentro de cada mulher onde permanecem vivas algumas das primeiras experiências de vínculo da infância. É nesse território delicado que começamos a construir nossa percepção sobre nós mesmas, sobre os outros e sobre a vida. Antes mesmo de compreende
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7 de ago.5 min de leitura


QUANDO A INDEPENDÊNCIA FEMININA ESCONDE UMA FERIDA
Nem toda mulher que faz tudo sozinha escolheu viver assim. Às vezes, essa força nasceu em um tempo em que depender de alguém não era seguro. O que hoje parece independência pode ter sido, um dia, uma forma de proteção. Talvez a verdadeira força não esteja em carregar tudo sozinha, mas em descobrir que também é possível descansar, confiar e permitir-se ser cuidada.
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10 de jul.4 min de leitura


FEMININO FERIDO: como o corpo guarda traumas emocionais e aprende a curar
Como o corpo feminino guarda traumas emocionais e aprende a curar por meio da reconexão consciente com a própria história.
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6 de mar.4 min de leitura


O FEMININO FERIDO E O ESQUECIMENTO DA ALMA
“O corpo é o guardião silencioso da alma. Quando aprendemos a escutá-lo, o silêncio deixa de ser ausência e se torna presença viva.” Desde muito cedo, muitas mulheres aprendem a silenciar. Silenciar o que sentem, o que percebem, o que sabem intuitivamente. Aprendem que é mais seguro conter do que expressar, agradar do que contrariar, suportar do que pedir ajuda. O silêncio feminino tem raízes profundas. Muitas vezes, não é apenas uma escolha, mas uma herança. Herdamos o silên
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31 de out. de 20254 min de leitura


NA TRISTEZA, NA RAIVA, NA DOR - há sempre uma emoção pedindo escuta
Este texto é um convite à escuta profunda das emoções difíceis — como a tristeza, a raiva e a frustração — não como inimigas, mas como mensageiras do que ainda precisa de cuidado dentro de nós.
Com uma abordagem sensível e baseada na psicoterapia somática, ele propõe caminhos para acolher sentimentos intensos com presença, consciência e amorosidade, ressignificando padrões de autocrítica e sobrecarga emocional.
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25 de jul. de 20254 min de leitura


QUAIS DEFESAS VOCÊ TEM USADO PARA SOBREVIVER?
"As dores que carregamos em silêncio moldam nossas defesas — mas é no acolhimento amoroso de nós mesmas que começa a verdadeira cura."
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16 de mai. de 20253 min de leitura


RELAÇÃO ENTRE O CORPO E O TRAUMA: um convite a escuta amorosa.
O que o corpo tem a dizer sobre o trauma? Um convite a escutar, acolher e iniciar o processo de cura com gentileza.
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2 de mai. de 20252 min de leitura
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